Ninguém tem o direito de ter você mais do que eu. Ninguém. Nem mesmo alguém que te trate melhor. Foda-se se isso for egoísmo. Eu sei quem é melhor para você. — Ana F (salt-waterroom)
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Porque quando você ama sente necessidade da outra pessoa. Não por dependência, carência e outras ências. Mas porque é bom estar ali, com o corpo junto, coração do lado, ouvindo a respiração. Você se sente em casa. — Clarissa Corrêa (via aquarelar)
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É engraçado como algumas coisas marcam a nossa infância. Minha mãe me ensinou desde muito cedo a cumprimentar as pessoas, dar beijo, bom dia, boa tarde, boa noite. É por isso que acho que certas coisas são de berço. Educação não vende em prateleira do supermercado. Espero poder ter a clareza, a firmeza, a sanidade e a serenidade para transmitir para os meus filhos a infinidade de coisas boas que recebi. — Clarissa Corrêa (via reescrevendo-me)
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E o riso dele? Era algo absolutamente dominador. Ninguém tinha a menor chance diante dele. — A Menina que Roubava Livros (via lagrimas-de-afrodite)
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Só uma coisa a favor de mim eu posso dizer: Nunca feri de propósito. E também me dói quando percebo que feri. — Clarice Lispector (via ultrarromantismo)
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Entrei numa livraria. Pus-me a contar os livros que há para ler e os anos que terei de vida. Não chegam! Não duro nem para metade da livraria! Deve haver certamente outras maneiras de uma pessoa se salvar, senão… estou perdido. — José de Almada Negreiros, A invenção do dia claro (via embriagar-se)
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Quero amigos, não admiradores. Pessoas que me respeitem pelo caráter e pelo que faço, não pelo sorriso encantador. O círculo ao meu redor seria bem menor, mas o que importa, desde que fosse composto por gente sincera? — O Diário de Anne Frank (via poesia-e-fe)
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Me enfiei em casa e não saí. Um desgosto. Leio o tempo todo. Sento no jardim. Ouço música. Tento escrever, mas não sei se quero ou se preciso, e não consigo. Umas carências. — Caio Fernando Abreu. (via poesia-e-fe)
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